Sabe aqueles dias que coisas ruins acontecem desde cedo até a hora de dormir?
Não costumo ficar falando as pessoas a minha volta que estou num dia ruim, vou ruminando, me irritando e tentando refletir sobre o porque de tudo está errado naquele dia. Em determinado momento passo a perceber que coisas ruins acontecem todos os dias, o meu foco é que está errado. Todo acontecimento aparecentemente "ruim" traz consigo algumas aprendizagens.
Ontem lembrei do versículo que diz que "nao devemos cansar de fazer o bem", o dia estava parecendo que iria prometer.
O que o versículo quer dizer? Nao devemos nos cansar de fazer o bem, por que realmente cansa? Por que podemos ser seduzidos por opçoes cuja a bondade não é a premissa?
Conversando com meus irmãos estes dias, me orgulhei da bondade deles e percebi que ser bom foi um ensinamento dado pelos nossos pais. Confesso que tenho me questionado e me irritado diante do abuso das pessoas. Tem gente que acredita que por sermos bons, somos bobos e estaremos sempre a disposição.
Como é dolorido perceber o abuso das pessoas que gostamos. Conheço pessoas que por mais que me façam muito mal ainda assim estarei pronta a ajudar. Nao entendo a razão, só nao consigo ser diferente.
Ontem diante de um dia aparentemente ruim tive vontade de fazer ou desejar algumas maldades. Me indigno toda vez que vejo pessoas que diante de uma situação em que podem ser bons, fazerem a opçao por serem maus e até prejudicarem alguém muito querido.
A pessoa que sentiu o reflexo da maldade ontem foi eu, diante da situação totalmente desfavorável a mim, preferi seguir em vez de bater o pé e por incrivel que pareça me deparei com situações que me alegraram o dia inteiro, inclusive um sonho pode ser tornar realidade porque preferi seguir...
Descobri o sentido do versículo que diz "que não devemos cansar de fazer o bem" que quer dizer que os frutos da bondade são colhidos TODOS os dias. Neste sentido, é melhor melhor seguir sendo BONS...
Kel Rocha
terça-feira, 1 de maio de 2012
domingo, 30 de outubro de 2011
Descoberta
Na última sexta, durante um banh0 no hotel em Maringá, descobri que não sou feliz.
É difícil reconhecer a infelicidade, mas dificil é realmente refletir sobre a vida e descobrir que minhas escolhas tem me levado a um caminho de infelicidade.
A rotina me cegou e aprisionou, o cotidiano me fez enxergar o processo de aprisionamento como algo normal e comum.
Estar fora da minha rotina por uma semana, me fez refletir. Conversar com amigos que vivem outras realidades, entrar em contato com educadoras que sem opção foram marcadas pelas escolhas feitas, mas diante do sofrimento souberam dar a volta por cima e recomeçar, me fez pensar na minha vida, aparentemente boa, completa, bem sucedida... Será que a vida que tenho é a vida que eu quero? Tenho pecado pelo excesso e não tinha me dado conta disso. Qual é a vida que eu quero para mim? Do que terei que abrir mão para conquistá-la? É aqui em SP ou em outro lugar?... meu maior medo é que amanhã (segunda-feira) a rotina me engula e volte a pensar que tudo está do jeito que deve ser, não existe vida melhor do que essa e de que sou louca de pensar em mudar...
É difícil reconhecer a infelicidade, mas dificil é realmente refletir sobre a vida e descobrir que minhas escolhas tem me levado a um caminho de infelicidade.
A rotina me cegou e aprisionou, o cotidiano me fez enxergar o processo de aprisionamento como algo normal e comum.
Estar fora da minha rotina por uma semana, me fez refletir. Conversar com amigos que vivem outras realidades, entrar em contato com educadoras que sem opção foram marcadas pelas escolhas feitas, mas diante do sofrimento souberam dar a volta por cima e recomeçar, me fez pensar na minha vida, aparentemente boa, completa, bem sucedida... Será que a vida que tenho é a vida que eu quero? Tenho pecado pelo excesso e não tinha me dado conta disso. Qual é a vida que eu quero para mim? Do que terei que abrir mão para conquistá-la? É aqui em SP ou em outro lugar?... meu maior medo é que amanhã (segunda-feira) a rotina me engula e volte a pensar que tudo está do jeito que deve ser, não existe vida melhor do que essa e de que sou louca de pensar em mudar...
sexta-feira, 18 de junho de 2010
sábado, 13 de março de 2010
"Somos do tamanho de nosso sonho" Fernando Pessoa
Sou tão louca que até meus pensamentos são temáticos (coisa de professora, tudo precisa de contextualização). Sonho é um tema que vira e mexe toma lugar nos meus pensamentos. As frases: "I have a dream" (Eu tenho um sonho) de Martin Luther King, "Somos do tamanho de nossos sonhos" de Fernando Pessoa, expressam a essência de meus pensamentos. Sempre fui sonhadora, desde pequena. Na infância sonhava em ganhar aquela boneca que parecia um bebê de verdade. Na adolescência sonhava em ser namorada do meu vizinho da frente, depois fui ocupada por uma vontade de mudar o mundo que se manifesta até os dias de hoje. Sonhei muito na adolescencia, sonhei em ser mais velha e namorar com os rapazes mais velhos, sonhei estudar muito e arrumar um emprego. Queria muito trabalhar e ter meu próprio dinheiro. Persegui meu sonho de ser uma profissional em qualquer coisas (queria trabalhar), desisti dos meninos, queria apenas ser alguém (famosa idéia de que o trabalho te faz alguém...), seria alguém se trabalhasse. Aos dezesseis anos tive o meu primeiro emprego e desde então não parei mais. O sonho de mudar o mundo passou a ser parte da minha vida, talvez pela influencia de meus pais (grandes exemplos de luta, persistência e honestidade). Sonhei com uma formação acadêmica no lugar mais improvavel para uma estudante da rede estadual, sonhei com uma vaga na Universidade Pública. Estudei, orei, persisti na segunda tentativa consegui. Dentro da universidade outros sonhos foram idealizados e muitos concretizados. Sonhos, lutas e utopias sempre fizeram parte de minha trajetória. Ainda na juventude sonhei ser professora, formadora, militante. Nunca sonhei com casamento com as mulheres geralmente sonham, sempre sonhei com um companheiro e quando encontrei me dediquei. No entanto, em algum momento de minha história deixei meus sonhos se apagarem, houveram dias que cheguei a pensar que eles nem existiam... foi então que me perdi. Ah! Esqueci de dizer que sempre acreditei que somos frutos do sonho de Deus. Se sou o sonho de Deus, não devo ser tão ruim assim. Quando esqueci dos meus sonhos, me apropriei da história dos outros. Perdida, queria encontrar o motivo da minha tristeza e insatisfação com os outros. Meu problema não era os outros, era eu mesma. Uma amiga me falou que não sabia exatamente o que eu procurava, mais que o que eu procurava estava dentro de mim. Não entendi nada, me coloquei a refleti, na medida em que pensava sobre o que minha amiga havia falado, a frase de Fernando Pessoa, de Martin Luther King se inteligaram.
Eu tenho sonho (vários), sou do tamanho deles (eles me fizeram chegar até aqui)... minha amiga estava certa, o que eu procurava sempre esteve dentro de mim...
MEUS SONHOS!!!!
"A vida é a soma das suas decisões"
Eu tenho sonho (vários), sou do tamanho deles (eles me fizeram chegar até aqui)... minha amiga estava certa, o que eu procurava sempre esteve dentro de mim...
MEUS SONHOS!!!!
"A vida é a soma das suas decisões"
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
Respeito
Acho que o respeito é um elemento importante no relacionamento conjugal.
O respeito nasce na admiração. Admirar o ser amado, nos faz resistir, persistir, motiva mudanças. Quando nos deparamos com a chatisse diurna do outro, lançamos mão de lembranças do seu cuidado noturno diário. Quando nos irritamos com esquecimento das datas importantes, lembramos das ligações cotidianas desejando que o dia seja bom. Respeitar é entender o contra-ponto. É não buscar o que lhe falta, mas o que lhe sobra.
Vejo relacionamentos se diluirem porque as pessoas não tem paciência, a urgência de serem felizes, tem tornado os amantes seres levianos. A sedução, o prazer da conquista, as paixonites momentaneas tem levado homens e mulheres ao esquecimento. Na primeira crise esquecem da história e do valor do conjuge, desistem da relação.
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